quinta-feira, 25 de julho de 2013

O CUSTO DE UM CARRO DA FORMULA 1





A F1 é, como muitos fãs já sabem, um dos esportes mais caros do mundo, mas com o quê as equipes gastam tanto?
A Red Bull, atual tricampeã mundial, teve um orçamento de 540.4 milhões de reais em 2013, ou seja, uma média de R$27 milhões por corrida. No final do grid, até mesmo a Marussia, última colocada no campeonato de construtores, teve uma média de 10.8 milhões de reais gastos por Grande Prêmio. Quando você leva em consideração os valores gastos por cada equipe para colocar dois carros para correr em um circuito por apenas algumas horas, é fácil se perguntar para onde vai todo esse dinheiro.
Cada carro de F1 vale, aproximadamente, 5.2 milhões de reais mas, enquanto que a parte mais visível é o chassis, sempre coberto de patrocinadores, os pneus e o volante, é o que não vemos que custa mais. Talvez não seja nenhuma surpresa que o motores é o item mais caro de um F1, e cada piloto só pode usar oito unidades por ano, o que faz com que esses propulsores tenham que ser potentes e resistentes. Esse tipo de desenvolvimento necessita um investimento altíssimo por parte das montadoras.
Os materiais usados na construção de um motor representam apenas 10% do valor investido neles, com o resto sendo gasto no desenvolvimento. O V8 2.4 é usado desde 2006, mas em 2014, ele dará lugar ao “mais ecológico” V6 1.6 Turbo, construído do zero por montadoras como Ferrari, Mercedes-Benz e Renault. Essas empresas já investiram em torno de 1 bilhão de reais com o processo de planejamento e testes, tudo isso tendo começado em 2011, ano em que a Mercedes investiu cerca de R$360 milhões na sua fábrica de motores, um aumento de 54,2% em comparação ao ano anterior. O departamento de Pesquisa e Desenvolvimento é o que mais gastou nos últimos anos, especialmente com a introdução do KERS (sistema de recuperação de energia cinética).
O motor é o ponto alto da engenharia da F1. Eles têm uma rotação que pode chegar a 18.000 rpm e produzem em torno de 800 hp, com um rendimento em torno de 1,7 quilômetro por litro de gasolina. Apesar dos propulsores precisarem durar bastante, eles nem sempre são construídos com os materiais mais resistentes. O peso é uma característica chave no desenvolvimento de um carro de F1. O regulamento técnico diz que o peso mínimo de um bólido deve ser de 640 kgs e a maioria das equipes respeitam este valor a risca. Se o carro estiver um pouco mais pesado, ele poderá perder um pouco de sua performance e, com diferenças tão pequenas entre os pilotos, cada miligrama pode fazer a diferença.
As equipes de F1 dependem de protótipos que, usando um raio a laser, cortam fibras de carbono respeitando os desenhos enviados por computadores. É desta maneira que são construídos os primeiros carros do ano, normalmente entre os meses de novembro e março (pré-temporada da categoria). Até mesmo o banco dos carros tem um desenho especial, e cada assento é construído seguindo as medidas do corpo do piloto que irá conduzi-lo. O processo não é tão simples assim, e pode necessitar várias tentativas antes da versão definitiva ficar pronta.
Incorporar computadores em um carro de F1 representa um desafio complicado e é uma das razões para o aumento dos custos. Para assegurar que o chassi seja fino e o mais aerodinâmico possível, toda a fiação, a parte eletrônica e os sistemas de resfriamento são alojados em um pequeno espaço ao lado do motor. Este processo é mais complicado do que parece, já que um F1 chega a ter 1.25 quilômetros de fios e algo em torno de 150 sensores instalados. Encontrar um lugar para tudo isso é mais um desafio para as equipes. Ter um controle eletrônico separado apenas por alguns milímetros de um escapamento fervente necessita uma precisão de nível espacial na hora da instalação. Preservar os cabos é uma tarefa muito importante, já que eles transmitem várias informações sobre o carro para os engenheiros.
Alguns desses sensores chegam a transmitir mais de 1000 informações por segundo via Wi Fi para a garagem, o que dá em torno de 1.5 bilhão de pedaços de informações por corrida. Os engenheiros analisam esses dados durante e após cada etapa, usando os supercomputadores das fábricas. Essas máquinas também se encontram no topo da tecnologia mundial, com um dos mais potentes do mundo (supercomputador da Lotus) tendo a capacidade de fazer 38 trilhões de cálculos por segundo.
O volante de um F1 é considerado o sistema nervoso do carro, e é uma das poucas peças que podem ser reutilizadas. Ele não é tão diferente do usado em um avião de caça, com exceção da aceleração e dos freios. O volante também é composto de uma tela LCD rodeada por botões de várias cores, que servem para controlar mais de 40 funções diferentes, entre elas o rádio, o limitador de rotações e a mistura da gasolina. Existe também um botão “boost” que ativa o KERS e outro que ativa o DRS.
O regulamento técnico da F1 diz que o piloto deve ser capaz de sair do carro em cinco segundos, e o volante deve ser de fácil encaixe. Apesar disso, uma das partes mais complicadas, tecnicamente falando, de um carro de F1 é esta conexão entre o o volante e a coluna de direção. Ela tem que ser dura o suficiente para que aguente a grande quantidade de movimentos quando está na pista e também ser o centro de todas as conexões entre o carro e a parte elétrica. Um volante pode custar mais de 100 mil reais, variando para mais ou para menos dependendo da equipe.
Talvez, a maior ironia de toda este mundo rodeado de altas tecnologias, Grandes Prêmios caros e carros que custam milhões, esteja embaixo deles. Preso ao chassis de fibra de carbono existe uma prancha de madeira, que força o carro a ter uma certa distância do solo. Em contraste a toda tecnologia usada para construir todo o carro, uma prancha de madeira não é algo que se espera encontrar embaixo de um carro de F1. Claro, uma madeira especial chamada Jabroc, que tem a característica de ser mais resistente e fina. Então, em resumo, até quando falamos de uma prancha de madeira, na F1 nada é tão convencional quanto parece.

segunda-feira, 18 de março de 2013


CONFIRA OS PRINCIPAIS RESULTADOS DO ESPORTE A MOTOR NO FIM DE SEMANA

Raikkonen abre temporada 2013 da F1 com vitória em Melbourne e Di Grassi chega em 2º nas 12 Horas de Sebring; na F2000 Americana, Danilo Estrela é vice-líder

1º.    Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault), 58 voltas em 1h30min03s225
2º.    Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 12s541
3º.    Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 22s346
4º.    Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 33s577
Campeonato: 1º. Kimi Raikkonen (25 pontos); 2º. Fernando Alonso (18); 3º. Sebastian Vettel (15); 4º. Felipe Massa (12)
Próxima etapa: GP da Malásia, 24 de março
NASCAR SPRINT CUP – etapa de Bristol
1º.    Kasey Kahne (EUA/Hendrick Chevrolet), 500 voltas em 2h53min25s
2º.    Kyle Busch (EUA/Joe Gibbs Toyota), a 1s700
3º.    Brad Keselowski (EUA/Penske Ford), a 2s314
Campeonato: 1º. Brad Keselowski (166 pontos); 2º. Dale Earnhardt Jr. (157); 3º. Jimmie Johnson (151)
Próxima etapa: Fontana, 24 de março
NASCAR NATIONWIDE SERIES – etapa de Bristol
1º.    Kyle Busch (EUA/Joe Gibbs Toyota), 300 voltas em 1h57min11s
2º.    Kyle Larson (EUA/Turner-Scott Chevrolet), a 0s023
3º.    Brian Vickers (EUA/Joe Gibbs Toyota), a 3s323
Nelsinho Piquet (BRA/Turner-Scott Chevrolet), abandonou na 105ª volta
Campeonato: 1º. Sam Hornish Jr. (167 pontos); 2º. Justin Allgaier (145); 3º. Brian Scott (142); 14º. Nelsinho Piquet (103)
Próxima etapa: Fontana, 23 de março

STOCK CAR – etapa de Curitiba
1º.    Daniel Serra (SP/Red Bull A. Mattheis Chevrolet), 31 voltas em 42min15s571
2º.    Ricardo Maurício (SP/Eurofarma RC Chevrolet), a 1s598
3º.    Thiago Camilo (SP/RCM Chevrolet), a 4s480
Campeonato: 1º. Daniel Serra (39 pontos); 2º. Cacá Bueno e Ricardo Maurício (38)
Próxima etapa: Tarumã, 28 de abril
AMERICAN LE MANS SERIES (ALMS) – 12 Horas de Sebring
Classe P1
1º.    Audi R18 e-tron quattro #1 (Marcel Fassler/ Oliver Jarvis/ Bénoît Tréluyer), 364 voltas em  12h00min11s638
2º.    Audi R18 e-tron quattro #2 (Lucas di Grassi/ Tom Kristensen/ Allan McNish), a 7s679
3º.    Rebellion Lola B12/60-Toyota #12 (Nick Heidfeld/ Neel Jani/ Nicolas Prost), a 5 voltas
Classe P2
1º.    Level 5 HPD ARX-03b #551 (Ryan Briscoe/ Marino Franchitti/ Scott Tucker), 346 voltas em 12h01min12s157
2º.    Level 5 HPD ARX-03b #552 (Ryan Hunter-Reay/ Simon Pagenaud/ Scott Tucker), a 1 volta
3º.    Greaves Zytek Z11 SN #41 (Tom Kimber-Smith/ Eric Lux/ Christian Zugel), a 4 voltas
Classe PC
1º.    PR1 Mathiesen Oreca FLM09-Chevrolet #52 (David Cheng/ Mike Guasch/ David Ostella), 336 voltas em 12h00min23s342
2º.    BAR1 Oreca FLM09-Chevrolet #8 (Chris Cumming/ Stefan Johansson/ Kyle Marcelli), a 15s8
3º.    Performance Tech Oreca FLM09-Chevrolet #500 (David Heinemeier-Hansson/ Tristan Nunez/ Charlie Shears), a 1 volta
4º.    Rocketsports Oreac FLM09-Chevrolet #9 (Duncan Ende/ Bruno Junqueira/ Alex Popow), a 1 volta
Classe GT
1º.    Corvette C6.R #4 (Oliver Gavin/ Tommy Milner/ Richard Westbrook), 333 voltas em 12h00min16s500
2º.    Risi Ferrari 458 Italia #62 (Olivier Beretta/ Gianmaria Bruni/ Matteo Malucelli), a 2s70
3º.    Falken Tire Porsche 997 GT3-RSR #17 (Wolf Henzler/ Bryan Sellers/ Nick Tandy), a 1 volta
8º.    Aston Martin Vantage GTE #97 (Stefan Mucke/ Bruno Senna/ Darren Turner), a 15 voltas
Classe GTC
1º.    Alex Job Porsche 997 GT3 #22 (Jeroen Bleekemolen/ Cooper MacNeil/ Dion von Molke),315 voltas em 12h01min05s505
2º.    Flying Lizard Porsche 997 GT3 #45 (Nelson Canache/ Spencer Pumpelly/ Brian Wong), a 35s44
3º.    NGT Porsche 997 GT3 #30 (Henrique Cisneros/ Sean Edwards/ Marco Seefried), a 1 volta
Campeonato (por equipes): P1 – 1º. Audi (24 pontos); 2º. Rebellion (17); 3º. Muscle Milk Pickett (14); P2 – 1º. Level 5 (24 pontos); 2º. Greaves (17); 3º. Extreme Speed (14); PC – 1º. PR1/Mathiasen (24 pontos); 2º. BAR1 (20); 3º. Performance Tech (17); GT – 1º. Corvette (24 pontos); 2º. Risi (20); 3º. Falken Tire (17); GTC – 1º. Alex Job (24); 2º. Flying Lizard (20); 3º. NGT (17)
Campeonato (por pilotos): P1 – 1º. Marcel Fassler, Benoît Tréluyer e Oliver Jarvis (24 pontos); 2º. Tom Kristensen, Allan McNish e Lucas di Grassi (20); 3º. Nicolas Prost, Nick Heidfeld e Neel Jani (17)
P2 – 1º. Scott Tucker, Marino Franchitti e Ryan Briscoe (24 pontos); 2º. Simon Pagenaud e Ryan Hunter-Reay (20); 3º. Tom Kimber-Smith, Christian Zugel e Éric Lux (17)
PC – 1º. David Cheng, Michael Guasch e David Ostella (24 pontos); 2º. Chris Cumming, Kyle Marcelli e Stefan Johansson (20); 3º. Tristan Nunez, Alex Popow e Duncan Ende (17); 4º. Bruno Junqueira, Alex Popow e Duncan Ende (14)
GT – 1º. Oliver Gavin, Tom Milner e Richard Westbrook (24 pontos); 2º. Gianmaria Bruni, Olivier Beretta e Matteo Malucelli (20); 3º. Wolf Henzler, Bryan Sellers e Nick Tandy (17); 8º. Bruno Senna, Stefan Mucke e Darren Turner (7)
GTC – 1º. Jeroen Bleekemolen, Cooper MacNeil e Dion von Moltke (24 pontos); 2º. Brian Wong, Spencer Pumpelly e Nelson Canache Jr. (20); 3º. Henrique Cisneros, Sean Edwards e Marco Seefried (17)
Próxima etapa: Long Beach, 20 de abril
V8 AUSTRALIANA – etapa de Melbourne (*)
1ª bateria
1º.    Fabian Coulthard (NZL/Brad Jones Holden), 12 voltas em 25min14s8756
2º.    Jason Bright (AUS/Brad Jones Holden), a 1s7467
3º.    Will Davison (AUS/FPR Ford), a 4s6233
2ª bateria
1º.    Fabian Coulthard (NZL/Brad Jones Holden), 12 voltas em 24min38s9131
2º.    Craig Lowndes (AUS/Triple 8 Holden), a 2s1309
3º.    Jason Bright (AUS/Brad Jones Holden), a 4s8875
3ª bateria
1º.    Fabian Coulthard (NZL/Brad Jones Holden), 12 voltas em 27min29s4438
2º.    David Reynolds (AUS/Rod Nash FPR Ford), a 0s6864
3º.    Jason Bright (AUS/Brad Janes Holden), a 9s7505
4ª bateria
1º.    Scott McLaughlin (NZL/GRM Holden), 12 voltas em 24min35s7698
2º.    Craig Lowndes (AUS/Triple 8 Holden), a 1s6852
3º.    Fabian Coulthard (NZL/Brad Jones Holden), a 2s0032
Campeonato: 1º. Craig Lowndes (279 pontos); 2º. Jamie Whincup (267); 3º. Will Davison (240)
Próxima etapa: Symmons Plains, 6 e 7 de abril
(*) Evento extracampeonato.
F2000 AMERICANA – etapa de Sebring
1ª bateria
1º.    Scott Hargrove (CAN/Cape-Taylor), 12 voltas em 24h52min528
2º.    Garrett Grist (CAN/Andretti), a 6s766
3º.    Danilo Estrela (BRA/Belardi), a 8s992
19º.      Felipe Donato (BRA/ArmsUp), a 35s826
20º.     Arthur Oliveira (BRA/JDC), a 38s231
2ª bateria
1º.    Neil Alberico (EUA/Cape-Taylor), 12 voltas em 30min09s373
2º.    Scott Hargrove (CAN/Cape-Taylor), a 3s101
3º.    Danilo Estrela (BRA/Belardi), a 4s841
14º.     Arthur Oliveira (BRA/JDC), a 23s046
25º.     Felipe Donato (BRA/ArmsUp), a 1 volta
Campeonato: 1º. Scott Hargrove (58 pontos); 2º. Danilo Estrela (44); 3º. Garrett Grist (42); 18º. Arthur Oliveira (8); 23º. Felipe Donato (3)
Próxima etapa: St. Petersburg, 23 e 24 de março

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013


O grande Tazio Nuvolari


Nada como voltar escrever essa ano de 2013  falando sobre meu grande "mestre inspirador”. Tazio Nuvolari, o cara, a lenda italiana do automobilismo. Ele coleciona algumas boas histórias - inclusive uma com cara  ide lenda urbana...
Que tal? Em 1922, durante um treino para o MotoGP de Monza, Tazio sofreu um acidente (de moto, claro) que o fez quebrar não uma, mas as duas pernas. Você acha que esse “incidente” o fez desistir? Não. Tazio fez questão de correr. Ele exigiu que seus mecânicos o amarrassem em sua moto. E assim ele completou a prova. Completou, só, não. Ele GANHOU.
A parte estranha (precisa mais?) disso tudo: não há nenhum registro em imagem desse feito, uma fotinha sequer - lembrando que, nos anos 20, já existiam as câmeras fotográficas, quem não gostaria de capturar a imagem de um doido amarrado numa moto? É tanto mistério que há quem diga, até hoje, que Nuvolari tinha pacto com “o coisa ruim”. Por que o cara era realmente muito bom e a inveja corria solta.
Outro feito que marcou a carreira de Tazio foi o Grande Prêmio da Alemanha de 1935, palco de sua vitória mais marcante, segundo os especialistas.
Faltando uma volta para o final, o alemão Manfred Von Brauchitsch, que pilotava o carro mais poderoso da época e tinha 35 segundos de vantagem, estava com o pneu traseiro esquerdo desgastado. Como Nuvolari estava na sua cola, ele se recusou a fazer o pit stop. Claro, o pneu estourou - Nuvolari só teve que se dar ao trabalho de ultrapassar o colega e correr para o abraço.
Olha a pose do rapaz na foto la de cima, tirada logo após o GP. Tazio parecia tão preocupado com a vitória, que mal saiu do carro já acendeu um cigarrinho. Deu para entender porque até Enzo Ferrari tinha medo dele (dizem, pelo menos).
By Washington Luiz

      Obg minha pequena Glaucia !!!!!!



                       ROBERT KUBICA VAI TESTAR CARROS DO DTM!!!!!!!


Segundo a revista inglesa “Autosport”, Robert Kubica deverá realizar um teste com um carro do DTM na próxima semana, no circuito Ricardo Tormo, em Valência, na Espanha.
O polonês, de 28 anos de idade, não participa de competições em autódromos desde 2010, quando disputou sua única temporada pela Renault (hoje Lotus). Tudo porque em fevereiro de 2011, durante a disputa de um rali na Itália, Kubica sofreu um sério acidente que causou danos profundos ao lado direito de seu corpo, sobretudo na mão, braço e perna.
Depois disso, o piloto chegou a atuar em provas de rali, no ano passado, conquistando, inclusive, uma vitória. Mesmo descartando retornar à F1 em um futuro próximo, Kubica deverá andar com um carro da Mercedes do campeonato alemão de turismo.
Contudo, segundo a publicação inglesa, “é improvável” que Kubica participe da temporada de 2013 da categoria, já que ele deve atuar no Campeonato Europeu de Rali, onde muitas datas coincidem com o DTM.
Foi justamente no circuito de Valência que Kubica fez sua última aparição em um carro de F1, durante os primeiros testes de pré-temporada, em fevereiro de 2011, poucos dias antes de seu acidente. Na ocasião, o polonês fez o melhor tempo de toda a bateria.
Obg Minha pequena Glaucia por tudo!!!!!!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A primeia vitoria  do Brasil no DTM  com  Farfus




Farfus não conseguiu, chegar à F1. O sonho praticamente acabou quando a BMW, montadora com a qual ele tem vínculo desde 2007, fechou a sua equipe na categoria de fórmula. Mesmo assim, pelo menos em suas entrevistas, nunca mostrou nenhum tipo de descontentamento por seguir competindo em categorias de turismo, aliado a uma marca importante como a alemã. Mas abriu as port para ser o gde homem   e Piloto dentro da BMW!!!!


E ele já colhe resultados. Em sua primeira temporada no DTM, acumula uma vitória, uma pole position e dois pódios.


Saindo da pole position no circuito de Valência, Farfus pulou na frente e logo abriu uma vantagem confortável para seu principal perseguidor, Edoardo Mortara, da Audi, e perdeu a ponta apenas quando parou para fazer as suas paradas, administrando bem a prova, sem ser pressionado em nenhum momento.
A cinco voltas do final, o italiano ainda sofreu um problema mecânico, abandonando a prova e deixando o brasileiro ainda mais confortável na liderança para cruzar 8s4 à frente de Adrien Tambay, que ficou com a segunda colocação. Mattias Ekström completou o pódio.
A prova foi bastante complicada para os líderes do campeonato. Primeiro colocado na classificação geral, Gary Paffett, da Mercedes, largou apenas em 16º e abandonou com problemas ainda na primeira metade da corrida.
O canadense Bruno Spengler, da BMW, também não saiu de uma boa posição no grid, 12º, e ainda precisou cumprir uma penalização por ter queimado a largada. Mesmo assim, ele fez uma boa corrida de recuperação, que terminou ainda com uma manobra bastante agressiva em que ultrapassou Rahel Frey e Andy Priaulx na mesma curva para receber a bandeira quadriculada em sexto.
Assim, Spengler diminuiu a vantagem de Paffett de 11 para três pontos faltando apenas mais uma corrida para o final da temporada, em Hockenheim, no dia 21 de outubro. Jamie Green, 10º na prova, também vai para a etapa final com pequenas chances de título, a 18 pontos do líder.
Resultado Final – Valência (10 primeiros):
1º.Augusto Farfus (BRA/RBM BMW),46 voltas em 1h08min22s522
2º.Adrien Tambay (FRA/Abt Audi),a 8s406
3º.Mattias Ekstrom (ALE/Abt Sportsline Audi),a 8s967
4º.Filipe Albuquerque (POR/Rosberg Audi),a 23s067
5º.Mike Rockenfeller (ALE/Phoenix Audi),a 28s066
6º.Bruno Spengler (CAN/Schnitzer BMW),a 39s831
7º.Rahel Frey (SUI/Abt Audi),a 48s318
8º.Andy Priaulx (ING/RBM BMW),a 58s237
9º.Dirk Werner (ALE/Schnitzer BMW),a 1min10s596
10º.Jamie Green (ING/HWA Mercedes),a 1min12s228



segunda-feira, 30 de julho de 2012


F1 - Comentários pós corrida - McLaren - GP da Hungria 2012






Lewis Hamilton, 1º colocado
O que posso dizer? Estou eufórico! A equipe fez um trabalho fantástico, absolutamente brilhante. Foi uma corrida realmente divertida - mas nem um pouco fácil. De fato, avalio que foi uma das provas mais duras que fiz - mas vou saborear ainda mais por causa disso. Foi muito pressionado ao longo das 69 voltas. Primeiro Romain (Grosjean) e depois Kimi (Raikkonen) estavam logo atrás de mim o tempo todo, e tive de cuidar dos meus pneus sem perder ritmo, o que foi difícil. Não é uma situação estática quando a corrida é assim. A dirigibilidade do carro muda o tempo todo. Você recebe mensagens diferentes dos pneus a cada volta. Mas eles resistiram - consegui fazer com que durassem. Foi um caso de gerenciar a diferença atrás de mim durante toda a volta e a cada volta. Em particular, tive de garantir sempre uma vantagem suficiente na última curva a fim de não ser ultrapassado na zona do DRS. E consegui. Como eu disse, a equipe fez um trabalho absolutamente incrível - e o apoio que tivemos aqui em Budapeste, não apenas dos fãs britânicos, mas também dos húngaros, foi fenomenal. E vencendo um GP no fim de semana em que os Jogos Olímpicos começaram no Reino Unido, sinto que fizemos a nossa parte para contribuir com o que espero que sejam muito sucessos britânicos no período olímpico. Alguém me disse que conseguimos a primeira medalha de ouro da Inglaterra em 2012. Não é realmente isso, mas é a primeira vitória britânica no período olímpico, o que é ótimo. Olhando a temporada como um todo, está claro que, após o intervalo, teremos muito trabalho a fazer. Mas, por enquanto, vamos celebrar - todos nós, família, amigos e fãs. Ninguém comemora como nós.

Jenson Button, 6º colocado
Primeiramente, quero parabenizar Lewis e toda a equipe McLaren. Fantástico trabalho, pessoal! No entanto, para mim, acho que hoje foi bem mais frustrante do que para Lewis. Tendo dito isso, fiquei realmente satisfeito por ter conseguido superar Seb (Vettel) na primeira volta, passando por fora na curva 2, e por ter um terceiro lugar sólido naquele ponto. Eu também estava no ritmo dos líderes. De fato, mesmo depois do primeiro pit-stop, ainda conseguia vê-los - portanto, obviamente, ainda estávamos muito perto. Depois, decidimos adotar uma estratégia de três paradas - mas, infelizmente, encontrei tráfego após minha segunda e terceira paradas, o que tornou as coisas realmente difíceis para mim por causa do tráfego, fiquei preso andando bem mais devagar do que poderia se tivesse pista limpa. Mas há muitos aspectos positivos a serem destacados neste fim de semana: nosso carro obviamente está rápido, como pude demonstrar em Hockenheim e Lewis confirmou aqui, e, na segunda metade da temporada, sei que todos na McLaren trabalharão o mais duro possível para manter essa curva de desenvolvimento ascendente. Agora, vou relaxar no intervalo do meio da temporada. Estou ansioso por isso.

Martin Whitmarsh, chefe da equipe
Lewis pilotou com tremenda compostura durante toda a tarde, e o resultado foi uma vitória meticulosamente julgada, conseguida sob pressão intensa. Ele fez uma super largada e controlou a prova com autoridade, equilibrando a necessidade de executar voltas rápidas com a exigência de conservar seus pneus. Os 25 pontos marcados hoje elevaram seu total para 117 na temporada até agora. Apesar de ainda estar um pouco atrás do líder do campeonato, agora ele está muito bem posicionado para lutar pelo título nas nove etapas restantes da temporada. Jenson teve uma corrida frustrante, mas ainda conseguiu marcar 8 pontos úteis com seu sexto lugar. Como Lewis, ele voltará do intervalo pronto para atacar com energia e entusiasmo na segunda metade da temporada. Ontem, Lewis conquistou a 150ª pole position na história da McLaren - e, hoje, obteve nossa 178ª vitória. Foi seu 101º GP - e é difícil imaginar um modo melhor de iniciar seu segundo centenário de participações em GPs. No campeonato de construtores, os 33 pontos que Lewis e Jenson marcaram hoje elevaram a McLaren à segunda colocação. Novamente, estamos em uma boa posição para lutar pelo título no final da temporada. Agora, vamos para nossas férias, recarregaremos as baterias e retornaremos em Spa-Francorchamps daqui a um mês, prontos para recomeçar a luta.




Comentários pós corrida - Ferrari - GP da Hungria 2012


Fernando Alonso, 5º colocado: É um resultado positivo, sem dúvida. Sabíamos que este seria um fim de semana complicado, porque não fomos rápidos o suficiente, mas apesar de tudo, conseguimos ampliar nossa vantagem sobre Webber em termos de campeonato. Foi, portanto, um fim de semana muito bom. Terminar à frente de uma Red Bull e logo atrás da outra, nestas circunstâncias, foi muito importante porque, no papel, deveríamos terminar em sétimo. Hamilton estava fora do nosso alcance neste fim de semana, mas nós não perdemos muito terreno para Vettel, e estes são, na minha opinião, os mais fortes do grupo que está atrás de mim no campeonato. Fizemos as escolhas estratégicas corretas: é verdade que eu perdi um pouco de tempo atrás do Perez e isso me custou um lugar para o Raikkonen, mas o finlandês esteve, provavelmente, fora de alcance nesta tarde. Nós temos uma vantagem de quarenta pontos, cortesia de um carro que não foi o melhor neste primeiro semestre da temporada. Agora, temos que tentar dar um salto em frente em termos de desempenho para que possamos manter a liderança no campeonato, porque a longo prazo, o que temos agora não vai ser suficiente. Se estamos onde estamos, é porque nós sempre fizemos mais do que o possível e contamos com uma excelente confiabilidade: não é por acaso que temos 23 corridas seguidas na zona de pontuação. Julho foi um mês difícil e estressante, com três corridas e um monte de trabalho na fábrica. Agora eu quero fazer uma pausa e recarregar totalmente as baterias, para me mostrar novamente em Spa em perfeita forma, na esperança de que a segunda parte da temporada seja tão positiva e produtiva quanto a primeira. Há cinco semanas para descansar e trabalhar, olhando para o futuro, começando com duas corridas muito exigentes em Spa e Monza.

Felipe Massa, 9º colocado: A minha corrida foi arruinada no início, quando eu girei as rodas, possivelmente porque a embreagem havia superaquecido: isso me custou dois lugares que eu nunca pude reconquistar. As ultrapassagens são muito difíceis nesta pista e, mesmo que em alguns momentos no segundo trecho eu estivesse mais forte do que Webber e Senna, eu nunca consegui a menor chance de passá-los. Portanto, esta não foi uma grande corrida para mim, mas pelo menos eu consegui trazer para casa dois pontos. Em Silverstone e Hockenheim, o nosso ritmo era páreo com os melhores, mas não foi o caso aqui e isso definitivamente deixou todo o fim de semana difícil. Esta primeira parte da temporada definitivamente não foi muito positiva para mim, embora hoje eu certamente me sinta melhor do que no início, e tenho certeza de que o segundo semestre será melhor. Meu contrato? A situação não está clara, não há nada a dizer! Estou me concentrando em ir bem nas próximas corridas, o que é o meu objetivo número um.

Stefano Domenicali, chefe da equipe: Definitivamente, um caso do copo estar cheio pela metade. O quinto lugar de Fernando lhe permitiu ampliar a sua vantagem na classificação, que é uma conquista muito importante em um fim de semana em que definitivamente não tivemos desempenho para lutar com os melhores. Foi uma corrida muito difícil, decidida em sua maior parte por posições no grid e na largada, com as únicas variáveis ​sendo ​relativas à degradação dos pneus e às diferentes estratégias adotadas. Eu acho que fizemos as escolhas certas, o que resultou em Fernando ficando à frente de pelo menos dois carros que estavam mais rápidos do que ele. Na verdade, a largada teve um efeito negativo para Felipe: os lugares que ele perdeu não puderam ser recuperados, apesar dele ter um ritmo que combinava com aqueles à sua frente. Como eu disse no início, o resultado deste fim de semana não é negativo, mas é evidente que precisamos olhar atentamente para a forma como o fim de semana passou como um todo para descobrir as razões pelas quais não fomos tão competitivos como nas últimas corridas. Agora ainda temos uma semana de trabalho antes das férias de verão: há muito a fazer para reduzir a lacuna de desempenho e ficarmos tão bem preparados quanto possível para as duas últimas corridas ainda a serem executadas na Europa. Em Spa e Monza, vamos correr em condições muito diferentes e em pistas muito diferentes de Budapeste, então qualquer coisa pode acontecer. Será importante estarmos preparados para qualquer eventualidade. Seremos capazes de tomar um fôlego por alguns dias, mas tenho certeza de que todos os nossos rapazes têm apenas um pensamento em mente.

segunda-feira, 23 de julho de 2012


F1 - Alonso conquista terceira vitória do ano em Hockenheim






Fernando Alonso ampliou sua vantagem na liderança do campeonato mundial de Fórmula 1, depois de se defender de Sebastian Vettel e Jenson Button para vencer o GP da Alemanha em Hockenheim.

Alonso nunca esteve muito confortável na frente com sua Ferrari, mas fez o suficiente para manter a Red Bull e a McLaren sob controle. No final, ele foi beneficiado pela luta entre Vettel e Button, com o duelo finalmente se decidindo com uma ultrapassagem da Red Bull na penúltima volta.

O resultado estendeu a margem de Alonso no campeonato para 34 pontos, já que o vencedor de Silverstone, Mark Webber, terminou em um discreto oitavo lugar.

Em um cenário similar ao da prova anterior na Inglaterra, Alonso passou o GP sob pressão crescente. A Ferrari estabeleceu uma pequena vantagem sobre a Red Bull de Vettel no primeiro trecho com pneus macios, e então passou a ser mais ameaçado quando eles trocaram para os médios nos primeiros pit-stops.

Button também entrou na briga. O inglês ultrapassou Michael Schumacher e Nico Hulkenberg no começo e se aproximou dos dois primeiros, ganhando algum terreno quando seu companheiro de equipe, Lewis Hamilton - que foi prejudicado por um furo de pneu no início - passou Vettel para descontar uma volta.

Parar uma volta antes do campeão nas últimas trocas de pneu permitiu que Button subisse para segundo. Ele resistiu à tentativa de troco de Vettel no hairpin, e então começou a perseguir Alonso.

Porém, foi Button quem sofreu pressão de Vettel no final. A Red Bull colocou por fora no hairpin na penúltima volta e usou uma área de escape na saída para completar uma ultrapassagem que não agradou Button, apesar de o britânico ainda ter conseguido seu primeiro pódio desde o GP da China. Os comissários estão investigando a manobra.

Kimi Raikkonen obteve o quarto lugar para a Lotus, enquanto as Saubers mostraram um ótimo ritmo de corrida - Kamui Kobayashi e Sergio Perez terminaram em quinto e sexto vindo de posições intermediárias no grid. No final, Perez suportou a pressão de Schumacher, que teve uma estratégia de três pit-stops e estava andando rápido com pneus macios novos.

Webber nunca esteve perto da frente e ficou em oitavo, à frente de Hulkenberg. O piloto da Force India perdeu posições ao longo da corrida, com seu companheiro Paul di Resta chegando atrás de Nico Rosberg (Mercedes) em 11º. Rosberg também parou três vezes e conseguiu progredir bem após seus dramas nos treinos e na classificação.

Hamilton foi um dos vários pilotos que se envolveram em incidentes na primeira volta, nos quais toques ou destroços provocaram danos. A McLaren acabou abandonando posteriormente, enquanto Felipe Massa, Bruno Senna e Romain Grosjean continuaram na prova, terminando em 12º, 17º e 18º, respectivamente.